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Planilha do Curso Guia Pratico da Saude Financeira

Quer começar a controlar seus gastos? O Curso Guia Pratico da Saude Financeira vai lhe dar uma ajudinha e tanto, através da exclusiva planilha que você pode baixar gratuitamente clicando aqui.

Lá você encontrará campos adaptáveis à sua realidade, onde basta inserir o valor dos seus custos e despesas para obter automaticamente o resultado. E você não ficará somente olhando para o documento preenchido, sem saber o que pode ser corrigido e como melhorar sua eficiência neste controle de gastos. Isso porque a planilha compara o desempenho e a distribuição dos gastos de sua família com os mais recentes e equivalentes dados do IBGE. Ou seja, se está gastando demais no supermercado em comparação à média das famílias brasileiras com renda equivalente a sua, a planilha informará isto no resultado e você então saberá por onde começar a controlar. 

Além disso, para cada resultado “negativo” (sinal amarelo ou vermelho), haverá um texto correspondente com dicas de como melhorar naquele tópico. Tudo para que você realmente consiga manter sua saúde financeira. Aproveite!


Por Fernanda Guimarães

Como Reduzir Gastos – Quinto Passo: HABITAÇÃO

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE 2010, a moradia é item que mais pesa para brasileiros. Este gasto pesa mais ainda para os mais pobres (a parcela da população que ganha até dois salários mínimos), representando 37% da renda mensal, enquanto para a classe média o gasto é de 25%.
Para as famílias mais humildes, os gastos ficam por conta dos itens mais básicos relacionados a casa e a família, além do grande vilão: o aluguel. As famílias com mais poder de compra acabam fazendo melhores negócios em moradia, gastando mais com o condomínio e segurança.

Abaixo algumas dicas da Fernanda Guimarães para reduzir gastos pequenos e grandes.

1 – Muito tempo no telefone? Tarifas altas? Lembre‐se que com a possibilidade de portabilidade de número existe uma guerra entre as operadoras telefônicas em busca de cliente. Será que a sua operadora lhe oferece a melhor relação custo benefício? Pegue a fatura de sua última conta de telefone e leve até a loja da empresa concorrente (teste pelo menos 2 operadoras diferentes). Com a análise do seu perfil, boa conversa e negociação, é provável que cubram a oferta e já no mês seguinte você sinta a economia no bolso falando o mesmo tempo de sempre.

 2 – Como anda o seu consumo de energia elétrica? Sabia que há maneiras de reduzir o consumo sem perder conforto? Que tal substituir as suas lâmpadas comuns por lâmpadas florescentes? Apesar de mais caras, as lâmpadas florescestes possibilitam uma redução no consumo significante no final do mês e acaba compensando o investimento logo nos primeiros meses. Controle o uso dos vilãos da energia elétrica, tais como chuveiro, “chapinha” e o ferro de passar roupa.

3 – Mora de aluguel? Já pensou em comprar sua casa própria? Com planos de incentivo do governo, é possível realizar o sonho da moradia própria com taxas de juros de até 5% ao ano. E melhor ainda: contando com subsídio do governo federal que pagará parte do valor do seu imóvel. Vá a agência da Caixa Econômica Federal (banco responsável pela execução da política habitacional do governo federal) mais próxima de sua residência e simule um financiamento habitacional. Pode ser que o valor da prestação a ser paga para este financiamento habitacional seja inferior ao valor pago de aluguel mensalmente. O consórcio de imóvel também pode ser uma boa opção. Para não errar, procure uma administradora de consórcios com credibilidade e pesquise as opções de quotas e valores de carta de crédito.


Por Gabriela Maslinkiewicz

Como Reduzir Gastos – Quarto Passo: HIGIENE E CUIDADOS PESSOAIS

Com o tempo é possível notar uma mudança substancial nas prioridades das finanças familiares: além de gastar mais com saúde e educação, os cuidados com higiene e beleza acabam ocupando posição importante dentro do orçamento. Tanto isso é verdade que o gasto das famílias brasileiras nesta área foram os que mais aumentaram nos últimos 12 meses (de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares, o POF). Especialistas explicam que por conta da crise as pessoas passaram a fazer tratamentos deste tipo em casa ao invés de ir a estéticas, por exemplo.
Além disso, não podemos esquecer que estamos em uma era do artigo de luxo e isso afeta, de certa forma, todas as classes. A Classe C está cada vez mais investindo em artigos não prioritários, e com a facilitação do crédito, itens como passagens de avião e perfumaria tornaram-se mais presentes em suas listas. Enquanto isso, as Classes A e B buscam o diferenciado e exclusivo, que no Brasil significa, na maioria das vezes, o importado!

Para investir em si sem pesar no bolso, aqui vão algumas dicas da Fernanda Guimarães:

1 – Perfumes bons são caros. Mas tem como ficar cheiroso sem precisar comprar perfumes importados. Procure outros perfumes nacionais mais em conta. Quem sabe você não encontra um que tenha uma fragrância irresistível para você e para o seu bolso.

2 – A maquiagem, apesar de “item de primeira necessidade” para muitas mulheres, pode pesar no orçamento se sua compra não for bem estudada. O prazo de validade desses produtos no exterior é muito maior do que aquele que será colocado na embalagem ao entrar no Brasil. Por quê? Por uma série de questões legais e de regulamentação do setor (leia mais clicando aqui). Mas aonde queremos chegar com isso? Pois bem, sabe aquelas ofertas de saldão nas lojas quando os prazos de validade estão quase vencendo? Compre sem medo! Em especial produtos como sombras, blush, pincéis, batons e pós. A única restrição são as bases que, por conterem ativos que ficarão diretamente na pele, merecem uma atenção especial. 

3 – Usar uma marca de maquiagem importada e ainda ganhar dinheiro com isso é possível. Adora cosméticos e passaria o dia em função dessas maravilhosas novidades? Existem empresas, como a Mary Kay por exemplo, que trabalham no sistema de “consultoras de vendas”. Em resumo: você poderá comprar sua maquiagem com até 40% de desconto e ainda aproveitar para vender para seus amigos e colegas. Conheço pessoas que começaram comprando para si e hoje recebem mais de 10 mil reais por mês fazendo desta paixão uma ótima fonte de renda.


4 – Já pensou em comprar perfumes e maquiagem pela internet? Hoje as lojas desse setor estão entre as campeãs de vendas pela web, por uma única razão: o preço! Realmente são menores do que os praticados na maioria das lojas físicas. Está em dúvida sobre a cor? Teste numa loja, anote a referência e depois pesquise na internet. Recomendo a Sacks para iniciar nas compras virtuais de cosméticos. Só atenção para as lojas que não estão no Brasil. Apesar de tentadores os preços, é provável que você tenha que amargar com o pagamento de quase 80% de impostos de importação. Se mesmo assim valer à pena, pesquise a credibilidade da loja nos blogs e sites sobre o assunto. Aproveite tudo o que a internet pode proporcionar, desde os preços tentadores, até os comentários de outros consumidores sobre os produtos e as lojas.


Por Gabriela Maslinkiewicz

Novo Colunista no Blog: Fly e sua “Dança das Finanças”

Vagner Meneses Pereira. Esse é o nome do educador financeiro e nosso novo colunista do Diário de Consumo. Até aí estaria tudo normal, se não fosse a revelação de que esse Vagner é o Fly, o coreógrafo da Xuxa e do Caldeirão do Huck. Ele conta que começou dando conselhos a amigos, e a procura foi tão grande, que criou o “Flynveste”, um email gratuito com dicas de finanças, que é enviado diariamente para dezenas de pessoas. E então não parou mais. Ele também dá cursos, aulas e palestras sobre o assunto.

A pergunta, presente no próprio release dele, é: “O que um coreógrafo está fazendo no ramo de investimentos?” E a resposta ele mesmo explica: “Eu estava na faculdade de marketing e em uma ótima fase profissional, mas estava gastando mais do que deveria e acabei ficando com algumas dívidas. Existia uma matéria na faculdade chamada ‘Finanças e Marketing’ que era muito complicada e com uma linguagem difícil, mas o professor sabia muito sobre o assunto. Acabei pedindo ajuda para os meus problemas financeiros pessoais e ele me deu o cartão dele. Se meu problema era justamente estar sem dinheiro, eu não podia pagar a consulta dele, por isso, resolvi correr atrás sozinho”. Após isso, Fly se formou em Marketing e há 10 anos se especializa na área financeira.


O objetivo de Fly é que a pessoa saiba como estar preparado para o mercado financeiro, sabendo assim como lidar com seu dinheiro. Com isso, ele orienta as pessoas a começarem a pensar no investimento a longo prazo, o principal foco de seu ensino. Para o educador, é apenas dessa forma que se pode fazer o dinheiro aumentar de forma significativa.
       
Mas se você pensa que vai ler aqui textos cheios de formalidades,  como siglas difíceis e cara-de-terno-e-gravata, engana-se. Fly ensina tudo de maneira rápida, prática, simples e com muito alto astral, sua maior característica. Isso tudo, para mostrar que um coreógrafo pode sim fazer parte do ramo dos negócios, do investimento, do dinheiro. Porque ele, melhor do que ninguém, pode fazer uma “coreografia” para aumentar a renda e não deixar ninguém dançar diante de algum problema financeiro. Quem quiser saber mais sobre o Fly e sua educação financeira, pode acessar seu Site e o blog. 


Alguma dúvida de que esta tem tudo para ser uma das colunas mais lidas deste blog? Basta dizer que nas suas requisitadas e sempre lotadas palestras, um dos primeiros conselhos para quem está endividado é “parar de pagar as contas imediatamente”, tornando assim possível traçar metas e prioridades. Solucionar as dívidas dizendo simplesmente que é necessário não gastar mais do que se ganha, que devemos viver em regime de guerra no orçamento e ainda que o coitado do devedor precisa urgente arrumar renda extra, como muitos economistas insistem em falar, é muito fácil. Louvável é ter vencido pessoalmente o problema através da busca pela informação correta e ainda conseguir multiplicar este conhecimento de forma efetiva e empolgante. É claro que é este o educador financeiro de que o Diário de Consumo (e você) precisa. 

Por Fernanda Guimarães

Como Reduzir Gastos – Terceiro Passo: EDUCAÇÃO

Outro tema que está cada vez mais pesando a vida financeira do brasileiro é a educação. Mesmo sendo o fator mais importando para o futuro, a falta de incentivo governamental faz com que o cidadão arque com essa conta, estourando seu orçamento familiar.
De acordo com a nova Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os gastos com cursos superiores aumentaram 25% em dez anos, enquanto que com cursos de idiomas, os gastos mais do que dobraram nesse mesmo período (122,26%).  Este crescimento da demanda pelo ensino superior, e seu respectivo aumento das mensalidades, é resultado da política de expansão do ensino superior privado adotada no país. De acordo com Fábio de Castro, da Agência FAPESP, “quando o governo deixa de investir na educação, como ocorre no ensino superior, o cidadão é quem paga a conta e, quem não pode, fica excluído da universidade”.

Para ajudar nessa luta mensal, aqui vão algumas dicas da palestra de Saúde Financeira da Fernanda Guimarães para lidar com todas as fases da vida acadêmica.

1 – Mais de um filho em colégio particular? Então os matricule em um mesmo colégio e exija desconto. Caso o colégio negue, procure outra instituição que certamente irá proporcionar um estudo de qualidade aos seus filhos com bom custo financeiro à sua família.

2 – Os livros didáticos costumam ter um preço elevado para aquisição. Podemos economizar comprando livros em sebos ou livros digitalizados vendidos na internet. A qualidade do material não irá influenciar na sua compreensão do assunto.

3 – Hoje é possível encontrar cursos superiores com custos bem inferiores aos cobrados pelas universidades mais tradicionais. Certifique-se da qualidade do curso perante o Ministério da Educação e faça o seu curso superior com custo mais baixo. O bom profissional não precisa necessariamente se formar em uma universidade tradicional.

Por Gabriela Maslinkiewicz

Como Reduzir Gastos – Segundo Passo: ASSISTÊNCIA À SAÚDE

Usando o gancho do último post sobre os planos de saúde, chegamos ao segundo passo de como reduzir gastos e melhorar a sua saúde financeira, através do controle das despesas ligadas à assistência à saúde. Esse tema engloba tanto a manutenção de planos de saúde, quanto a compra de medicamentos,  gastos médicos, tratamentos ambulatórias, seguros, entre outros.
 

De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada pelo IBGE, o gasto com assistência médica ganhou peso em relação ao último levantamento realizado há seis anos atrás, passando de 6,5% para 7,2% da renda familiar. O efeito disso no orçamento é grande e bastante preocupante. As pessoas são obrigadas a desviar recursos destinados a outras áreas para a saúde, o acaba afetando tanto ricos, quanto pobres, estando a diferença apenas no destino da despesa (entre os mais ricos, a despesa é maior com plano de saúde; e entre os mais pobres, com remédios).

Abaixo algumas dicas da Fernanda Guimarães para manter a saúde de seu bolso:

1 – Peça pelo genérico sempre que for possível. Genéricos costumam ser bem mais baratos e possuem a mesma eficácia do remédio original.

2 – Reduzir despesas com plano de saúde é complicado. O melhor conselho é pesquisar bastante antes de contratar o plano de saúde e de continuar pesquisando os preços dos concorrentes mesmo após efetivar a sua escolha, pois hoje já é possível migrar de plano de saúde sem ser necessário o cumprimento do prazo de carência. É a chamada Portabilidade de Carências, que já está em vigor e promete aumentar a concorrência entre as empresas do setor.

3 – A maioria das farmácias possui convênios com planos de saúdes e outros produtos e serviços, possibilitando aos clientes descontos na aquisição de medicamentos. Pergunte sobre as disponibilidades de convênios e descontos antes de efetivar sua compra. Lembre-se também de pesquisar o preço dos remédios em mais de um estabelecimento.


Por Gabriela Maslinkiewicz

Conheça seu Cartão de Crédito

Cartão de crédito. Sim, mais uma vez ele. E por quê? Porque provavelmente você tem pelo menos um na sua carteira, já que, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o número de cartões de crédito aumentou em 414% de dez anos atrás para cá.

Esses dados, embora digam com percentuais extremamente elevados, não surpreendem ninguém, já que as facilidades e as utilidades que esses pedacinhos de plástico com chips oferecem são realmente tentadoras: parcelamento de compras em inúmeras vezes sem juros, compras que viram pontos que podem ser trocados por vantagens como passagens aéreas, descontos especiais por realizar a compra com o cartão da loja. Só que esses e muitos outros estimulantes acabam por criar a fantasia de que isso realmente se trata da oitava maravilha do mundo. Contudo, o seu uso indevido e desatento pode transformar o cartão de crédito no pior vilão da nossa sociedade de consumo.

As taxas de juros cobradas pelas administradoras de cartões no caso de atraso ou de utilização de serviços como pagamento de contas e saques são as mais elevadas do mercado – no que se referem aos juros, estes normalmente estão em percentuais acima de 10% ao mês.  

Por isso, para que você possa aproveitar, sem medo de estar criando um monstro, essa que é a modalidade de pagamento mais utilizada hoje em dia, seguem abaixo algumas dicas:

  • Existem convencionalmente 05 modalidades de cartões de crédito, normalmente divididas em função da renda do cliente e da freqüência com que o cartão é utilizado: nacional, internacional, gold, platinum e black/infinit. O melhor é sempre avaliar com honestidade em que tipo você realmente se enquadra, pois não só os limites oferecidos para as compras variam bastante de uma modalidade para outra, mas também as taxas e os encargos cobrados mudam bastante.

  • Quanto ao limite oferecido, normalmente as administradoras de cartão de crédito liberam valores que representam até 80% da renda mensal do consumidor. ATENÇÃO: se você não tem autocontrole suficiente para saber lidar com um limite que represente tal percentual de sua renda, não aceite o valor máximo que a bandeira pode lhe liberar, já que o mais recomendado é que você comprometa, com esse tipo de compromisso, até 30% da sua renda mensal.
  • Evite utilizar o cartão de crédito para saque e para pagamento de contas, pois para esses tipos de serviços altos encargos são cobrados – normalmente os bancos, para realizar o pagamento de contas através do cartão, cobram 1,99% do valor do título pela prestação de serviço.

  • Sempre tente negociar o valor da tarifa de anuidade, ainda mais se o cartão de crédito for do banco em que você tiver conta: conversar com o seu gerente é sempre uma boa alternativa.

E, aproveitando para já me despedir de vocês, deixo aqui uma das principais dicas do nosso papo de hoje: se lhe enviarem um cartão de crédito sem que você o tenha solicitado, envie-o de volta, quebrado, ao banco, através de carta com AR (Aviso de Recebimento), especificando no campo indicado o conteúdo da correspondência, e registre uma reclamação no setor de atendimento ao público do Banco Central.


Por Marcela Savonitti

2010 no Azul

O “2010 no Azul” foi um projeto do Grupo Bandeirantes, coordenado por Fernanda Guimarães, que ofereceu a duas famílias gaúchas a possibilidade de tirar o orçamento do vermelho e entrar 2010 no azul. Com o objetivo de reorganizar a situação financeira delas, o projeto envolveu os veículos Band TV, as rádios Band AM 640, BandNews FM 99,3 e o site da Band RS.

As famílias foram escolhidas entre 487 inscritas, das quais 82 foram entrevistadas dentro do período de 1 mês, chegando finalmente às duas famílias selecionadas. Estas famílias foram assistidas mensalmente, a partir de junho de 2009, pela advogada Fernanda Guimarães e sua equipe que indicaram onde podem ser feitos os cortes nos gastos, quais as despesas podem ser readequadas ou trocadas por outras menores, estabelecendo um objetivo para março de 2010. E quando o objetivo foi atingido, as famílias ganharam um notebook cada.

Durante todo o período da consultoria, os veículos fizeram reportagens mensais para acompanhar os avanços e conquistas do dia a dia das famílias, bem como entrevistas com a Advogada Fernanda Guimarães. O projeto foi um enorme sucesso, modificando a vida financeira das duas famílias eleitas e também dos ouvintes e telespectadores que acompanharam as dicas e depoimentos.

Você pode ter acesso aos materiais de áudio e vídeo no site da Band RS, e a partir de agora acompanhar pelo blog o passo a passo de como mudar sua vida financeira



Por Gabriela Maslinkiewicz

Renda mensal ou anual – Qual é sua renda afinal?

Brasileiro tem mania de planejar seu orçamento mês a mês. Entra o salário, chegam as contas, e só se pensa em como escapar daquele sufoco. Chegar o mês seguinte e começar tudo de novo. Como escapar então desse sofrimento a cada 30 dias?

A melhor saída é planejar o orçamento para o ano todo. A maioria das pessoas recebe o mesmo salário todos os meses, apesar de existirem possíveis variações. As contas também costumam ser as mesmas: água, luz, telefone, colégio, aluguel. Só que existem as outras despesas e rendimentos que tem periodicidade anual e acabam não sendo percebidas desta forma no orçamento. E é quando chega o IPTU, o IPVA ou a anuidade dos Conselhos de Classe para os profissionais liberais que bate aquele desespero, como se fossem “imprevistos” dentro dos gastos mensais.

Por isso, o modo mais inteligente de se organizar é fazer um plano anual, que gerencie a renda e a despesa de todo o período. Assim, evitam-se as surpresas e os desgostos de lidar todo mês com apertos no orçamento. Sem falar que fica muito mais fácil equacionar e programar os pagamentos futuros.

E o contrário também vale. Ou seja, as “rendas extras” também devem entrar na programação do orçamento anual. Um bom exemplo de como fazer isso é desde logo planejar como vai ser gasto o 13º. salário. Ele é uma das grandes vantagens de quem tem carteira assinada, logo, o melhor é tirar o máximo de proveito desse benefício. Deixar para pensar o que fazer com essa renda extra na última hora aumenta a probabilidade que o seu destino seja algum supérfluo. Ainda pior, o 13º. pode dar a impressão de dinheiro de sobra, o que eventualmente leva a gastos que, no futuro, significarão mais dívidas.

Já notou que os americanos, ao serem perguntados sobre sua renda, automaticamente respondem o valor total anual recebido? Mesmo que muitas das tendências que vêm da “Terra do Tio Sam” não sejam, digamos, o melhor exemplo a ser seguido, esta forma de enxergar e planejar o orçamento familiar anualmente é muito proveitosa. Assim, vamos copiar as coisas boas também e chega de tratar como “imprevistos” os velhos conhecidos que batem a nossa porta todos os anos.

Por Fernanda Guimarães

Saúde Financeira

No dia 03 de julho, a advogada Fernanda Guimarães em conjunto com a psicóloga Rosalia Schwark ministraram o curso “Sua Saúde Financeira em Movimento Perfeito” em que uniram suas especialidades a fim de elucidar o público e inspirá-lo a administrar mais adequadamente sua vida financeira.


Com um auditório cheio, Fernanda apresentou orientações práticas para acabar com as dívidas e evitá-las, informações sobre consolidação de débitos, gerenciamento de cartões de crédito além de apresentar dicas simples e eficientes para reduzir gastos e como juntar economias após o período de crise.

Isso aliado ao entendimento de como as emoções podem ser utilizadas de maneira produtiva para alcançar a prosperidade e técnicas para conter a compulsão por comprar e consumir, abordadas por Rosalia.

O sucesso do curso deveu-se principalmente à combinação de conhecimentos e especialidades das ministrantes, se complementando a fim de esclarecer e preparar os participantes a uma jornada rumo ao equilíbrio financeiro.

Por Gabriela Maslinkiewicz