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Especial mês das noivas: Planejamento e Orçamento

Maio, mês da noivas… todos pensam em romance e grandes festas. Mas para realizar esse sonho e, principalmente, esse evento é necessário muito planejamento. Contratando ou não uma organizadora de eventos, sempre tem muuuitos detalhes, escolhas, orçamentos, provas, degustações, decisões e imprevistos. Então, a palavra de ordem para um casamento de sucesso é PLANEJAMENTO.

Se houver condições financeiras, contrate uma organizadora. No seu grande dia tudo o que uma noiva não precisa é ficar se preocupando com o posicionamento das mesas ou o atraso do DJ. Mas se não tiver como arcar com esse serviço, o bom é pegar alguém de confiança para ser sua escudeira (além da mamãe que no dia vai estar tão nervosa e ocupada quanto a noiva).

O prazo para se organizar um casamento é de 08 meses a 1 ano e meio, contando que terá que fazer chá de panela, save the date, convites, orçamentos, coordenar datas, etc. Ao longo do mês faremos uma série de posts dando dicas de organização, orçamentos, contratos e, principalmente, COMO ECONOMIZAR!


O primeiro passo é definir 02 pontos: número de convidados e valor que estão dispostos a gastar. A partir daí é dividir o orçamento e ir à luta!


Veja abaixo a lista geral com todos os itens a serem considerados no planejamento e principalmente no orçamento:

 
Papelaria

Save the date, convites, mapas, caligrafia, cartões de agradecimento.

Noiva, Noivo e Cortejo

Vestido, véu, arranjo de cabeça, sapato, cabelo e maquiagem, lingerie especial, t
raje, gravata, sapatos, alianças, roupas das daminhas, bouquet das daminhas, roupas dos pajens e a almofadinha das alianças.

Casamento civil e religioso

Taxa do cartório, taxa do juiz fora do cartório, c
urso dos noivos, taxa da igreja, flores igreja e coral/orquestra.

Recepção

Aluguel do espaço para casamento, decorador, flores, locação de mobiliário, cobertura, Buffet, bolo, doces, bem-casados, bebidas, bar de caipirinha, DJ, sonorização da pista e do ambiente, telão, banda, aluguel de gerador para som, luz e stand-by, lembrancinhas de casamento, seguranças, chapelaria, toilettes e manobrista.


Outros


Assessoria de casamento, cerimonialista para o religioso, fotógrafo e vídeo.




As opções normalmente utilizadas em um orçamento são:


Gastar 40% – Recepção;
Gastar 10% – Música;
Gastar 15% – Decoração de Flores/Buquê;
Gastar 15% – Trajes;
Gastar 10% – Fotografia e Filmagem;
Reservar 5% – Alterações desejadas;
Reservar 5% – Despesas Adicionais.

Isso deve ser sempre adaptado às exigências e preferências dos noivos. Para ajudar, você pode acessar essa planilha de planejamento ou o programinha que sites como o Casamento Click fazem.

Por Gabriela Maslinkiewcz

Fernanda Guimarães na Expo Money Curitiba

Chega a Curitiba, nos dias 05 e 06 de abril,
a 6ª edição da Expo Money, maior evento de educação financeira e investimentos
da América Latina, que passará por 13 cidades em 2011. O evento se localizará
na Expo Unimed, que fica na Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300. Focado
na pessoa física a exposição terá acesso gratuito a
mais de 30 palestras, que abordarão os
mais diversos temas sobre educação financeira, investimentos e mercado de ações
e opções.
E você pode inscrever-se aqui.

As palestras são dividas em três níveis
de conhecimento: básico, intermediário e avançado e trazem sempre exemplos
práticos para o sucesso nas finanças pessoais. O evento reunirá uma gama de
profissionais conceituados do segmento, que dividem com o público, os
ensinamentos, técnicas e, principalmente, as experiências práticas do mercado
de investimentos.
Entre eles estará a advogada Fernanda Guimarães, que participará do evento
com a palestra “
Economia sem sacrifícios: foque nas
tarifas e serviços!
”, que ocorrerá dia 05/04 às 15h50min, além de tomar parte da Arena Financeira, onde ocorrem rápidas palestras com 
maior interação com o público, com a palestra “A
informação que faz diferença no seu bolso
”, no mesmo dia às 17h15min, em que tirará dúvidas sobre
finanças pessoais e planejamento financeiro. A grade completa de palestras você encontra aqui

 “Portabilidade
de dívidas, isenção de tarifas bancárias mensais e proibições de cobrança de
encargos pouco conhecidas, se aplicadas, podem fazer muita diferença no
orçamento de uma família. Assim, o objetivo é enfrentar o passado, ou
seja, os problemas já armados e existentes, sendo possível se livrar de dívidas já
contraídas sem que medidas drásticas sejam tomadas.”
Dra. Fernanda Guimarães


Por Gabriela Maslinkiewicz

Como pagar todas as contas em janeiro?

IPVA, IPTU, matrícula escolar, anuidade de conselhos de classe. Todas essas despesas parecem que estão mancumunadas para que tenhamos que apertar os cintos no início do ano. O número de despesas em janeiro é grande e por isso a solução é a organização.

A primeira coisa a se fazer é uma lista com todas as despesas. Procure priorizar as contas com taxas de juros mais altas. Separe por períodos de vencimento: início do mês (do dia 1 ao dia 09), metade do mês (do dia 10 ao dia 19) e final do mês (20 a 30). Além das contas extras do primeiro mês do ano, contas de despesas essenciais, como água, luz, telefone, condomínio e transporte se mantêm. Para facilitar a organização, publicamos o post Ainda novato no controle do seu orçamento?, que tem uma sugestão de planilha que você pode baixar e utilizar durante o ano todo.
Organizar os gastos é sem dúvida uma forma muito eficiente de manter o equilíbrio financeiro e evitar endividamento. Não há economista que discorde. Isso porque o planejamento permite que o consumidor tenha uma percepção mais clara de para onde vai o seu dinheiro e, dessa forma, auxilia no corte de gastos e na criação de reservas financeiras.

Mas não é preciso ficar neurótico, anotando tudo e passando horas em cima de planilhas. Basta que você faça um controle, por 3 meses, de forma mais precisa. Assim será possível fazer uma média de gastos (somar os valores dos 3 meses e dividir por 3), com a qual se conseguirá estipular metas e planejar despesas durante todo o resto do ano.

Como pagar todas as contas?

Adoramos solucionar todas as questões levantadas aqui no blog, mas esta resposta, vamos combinar, não é nada fácil. Mesmo assim, conseguimos preparamos um passo-a-passo que garante boas perspectivas:

1 – Contabilizar o quanto você ganha e o quanto gasta durante o mês. Faça a planilha sugerida ou qualquer tipo de anotação onde você consiga se entender;

2 – Verificar qual a melhor maneira para pagar cada uma dessas contas “extras” de início de ano. No caso do IPTU, o consumidor que possuir o dinheiro para pagar à vista, o mais recomendável é que o faça. São em torno de 20% de desconto e nenhuma aplicação chegará próximo a isso. Mas se não há possibilidade de pagar o valor total do imposto de uma só vez, o jeito é parcelar mesmo e comprometer-se com este pagamento. Inadimplência de impostos é coisa séria e, assim como a taxa do condomínio, pode lhe tirar o imóvel por dívida na Justiça. Já o IPVA, vale a pena pagar à vista somente nos casos em que o desconto for superior a 8%. Ou seja, tem dinheiro, pague à vista se o desconto for interessante. Não tem dinheiro ou o desconto é muito pequeno, parcele. Aplique o dinheiro se for o caso, para recuperar o desconto perdido.


3 – Não contraia uma dívida para pagar o valor inteiro dessas despesas, mesmo que o desconto seja alto. Esqueça a idéia de tirar um empréstimo para pagar à vista o IPTU e o IPVA. Não compensa.
4 – Para quem tem crianças ou adolescentes em idade escolar, a preocupação agora é também com a matrícula e o material escolar. Como muitas escolas não dão a opção de parcelar a matrícula, o jeito é consumidor é economizar na compra do material escolar e noutras áreas. Mas vale ainda tentar negociar com a instituição de ensino um parcelamento. Exponha sua situação financeira e peça esta gentileza. É comum algumas escolas concederem isso.
Por Fernanda Guimaraes

2010 no Azul

O “2010 no Azul” foi um projeto do Grupo Bandeirantes, coordenado por Fernanda Guimarães, que ofereceu a duas famílias gaúchas a possibilidade de tirar o orçamento do vermelho e entrar 2010 no azul. Com o objetivo de reorganizar a situação financeira delas, o projeto envolveu os veículos Band TV, as rádios Band AM 640, BandNews FM 99,3 e o site da Band RS.

As famílias foram escolhidas entre 487 inscritas, das quais 82 foram entrevistadas dentro do período de 1 mês, chegando finalmente às duas famílias selecionadas. Estas famílias foram assistidas mensalmente, a partir de junho de 2009, pela advogada Fernanda Guimarães e sua equipe que indicaram onde podem ser feitos os cortes nos gastos, quais as despesas podem ser readequadas ou trocadas por outras menores, estabelecendo um objetivo para março de 2010. E quando o objetivo foi atingido, as famílias ganharam um notebook cada.

Durante todo o período da consultoria, os veículos fizeram reportagens mensais para acompanhar os avanços e conquistas do dia a dia das famílias, bem como entrevistas com a Advogada Fernanda Guimarães. O projeto foi um enorme sucesso, modificando a vida financeira das duas famílias eleitas e também dos ouvintes e telespectadores que acompanharam as dicas e depoimentos.

Você pode ter acesso aos materiais de áudio e vídeo no site da Band RS, e a partir de agora acompanhar pelo blog o passo a passo de como mudar sua vida financeira



Por Gabriela Maslinkiewicz

Viver bem ou “ir bem” financeiramente?

Qual será a diferença entre viver bem e “ir bem” na gestão das suas dívidas? O do mesmo espírito do popular ditado “em time que está ganhando não se mexe”, desde que saibamos que o contrário é igualmente verídico. Portanto, é preciso aprender a repetir bons investimentos e, de uma vez por todas, perder o não raro hábito de fazer empréstimo em cima de empréstimo, seja de que natureza forem.

Para aqueles que têm mais de 30 anos, não é difícil admitir que a prática de economizar fazia parte da geração dos nossos avós. Não importando quais fossem as quantias, a formação de reservas constituía-se num caminho apropriado, se não certeiro, para se conseguir comprar os bens necessários e, em especial, os desejados. Ocorre que o sistema de crédito foi desmerecendo, gradualmente e com maior expressão nos últimos anos, nossa vitalidade financeira e o economizar tornou-se o elo perdido na construção de uma base sólida para a administração do dinheiro. Infelizmente, hoje é muito mais fácil conseguir um empréstimo pessoal do que poupar; um mal virtuoso com o qual nós, meros telespectadores do bombardeio de ofertas de crédito, teremos que aprender a conviver e dominar se quisermos criar hábitos financeiros saudáveis. Comece pensando por pelo menos cinco minutos antes de uma compra, sabendo quanto realmente pode gastar através de um orçamento doméstico mensal e evitando adquirir dívidas para despesas não essenciais.

Quem opta, por exemplo, em ter sua vida financeira com as graças e dificuldade de ser um profissional liberal, se não o pratica, pelo menos já ouviu dizer que é fato a existência de períodos de fartura e escassez na vida de cada um de nós, em diversos níveis. Conheço muitas pessoas que viveram períodos de bastante dinheiro girando em sua conta corrente, mas que agora passam por dificuldades financeiras que jamais poderiam imaginar viessem a ser uma realidade em suas vidas. É sabido que tempos de fartura e fome são um fenômeno cíclico na sociedade, mas que certamente podem ser melhor administrados com a repetição da premissa óbvia de que as necessidades futuras são supridas com decisões presentes. Calcular o valor global de uma compra e evitar o adiamento dos pagamentos, como no caso do rotativo do rotativo do cartão de crédito, são opções cotidianas inquestionavelmente acertadas.

Ter metas claras é fundamental no processo de formação de reservas, por isso, estabeleça os alvos que necessita alcançar e empenhe-se no dia a dia para torná-los uma realidade. Vença a indisciplina separando a quantia a poupar antes de começar a gastar. O segredo da poupança é torná-la obrigatória e prioritária. E, por favor, faça um esforço para fugir do crédito fácil. Os resultados são quase sempre penosos para quem toma emprestado. Quem economiza de forma diligente, não necessitará contar com recursos de terceiros e é esta opção permanente pela busca de independência financeira que nos levará à excelência na administração de nosso orçamento.

Por Fernanda Guimarães

Renda mensal ou anual – Qual é sua renda afinal?

Brasileiro tem mania de planejar seu orçamento mês a mês. Entra o salário, chegam as contas, e só se pensa em como escapar daquele sufoco. Chegar o mês seguinte e começar tudo de novo. Como escapar então desse sofrimento a cada 30 dias?

A melhor saída é planejar o orçamento para o ano todo. A maioria das pessoas recebe o mesmo salário todos os meses, apesar de existirem possíveis variações. As contas também costumam ser as mesmas: água, luz, telefone, colégio, aluguel. Só que existem as outras despesas e rendimentos que tem periodicidade anual e acabam não sendo percebidas desta forma no orçamento. E é quando chega o IPTU, o IPVA ou a anuidade dos Conselhos de Classe para os profissionais liberais que bate aquele desespero, como se fossem “imprevistos” dentro dos gastos mensais.

Por isso, o modo mais inteligente de se organizar é fazer um plano anual, que gerencie a renda e a despesa de todo o período. Assim, evitam-se as surpresas e os desgostos de lidar todo mês com apertos no orçamento. Sem falar que fica muito mais fácil equacionar e programar os pagamentos futuros.

E o contrário também vale. Ou seja, as “rendas extras” também devem entrar na programação do orçamento anual. Um bom exemplo de como fazer isso é desde logo planejar como vai ser gasto o 13º. salário. Ele é uma das grandes vantagens de quem tem carteira assinada, logo, o melhor é tirar o máximo de proveito desse benefício. Deixar para pensar o que fazer com essa renda extra na última hora aumenta a probabilidade que o seu destino seja algum supérfluo. Ainda pior, o 13º. pode dar a impressão de dinheiro de sobra, o que eventualmente leva a gastos que, no futuro, significarão mais dívidas.

Já notou que os americanos, ao serem perguntados sobre sua renda, automaticamente respondem o valor total anual recebido? Mesmo que muitas das tendências que vêm da “Terra do Tio Sam” não sejam, digamos, o melhor exemplo a ser seguido, esta forma de enxergar e planejar o orçamento familiar anualmente é muito proveitosa. Assim, vamos copiar as coisas boas também e chega de tratar como “imprevistos” os velhos conhecidos que batem a nossa porta todos os anos.

Por Fernanda Guimarães