Posts

Como conhecer seus direitos pode lhe fazer economizar até R$3 mil ao ano!

Após a palestra da Expomoney em Curitiba a advogada
Fernanda Guimarães conversou com o jornalista Alexandre Costa Nascimento, da
Gazeta do Povo, sobre como conhecer seus direitos traz conseqüências diretas
para seu bolso, rendendo uma economia de até R$ 3 mil ao ano.

“Seus direitos não têm preço, mas conhecê-los
adequadamente faz muita diferença para o seu bolso. Portabilidade de dívidas,
tarifas bancárias e cobrança de encargos ilegais ou supérfluos ajudam a inflar
os gastos e atuam como um ‘ralo’ para o seu dinheiro. Por isso a informação de
qualidade sobre os direitos do consumidor – e a exigência de seu cumprimento –
pode representar uma economia de até R$ 3 mil no orçamento em um ano.
A tarifa de emissão de boleto bancário, por
exemplo, é considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor e por decisão
do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas, mesmo assim, continua sendo
praticada por empresas e prestadores de serviços. ‘Um boleto chega a custar R$
3,50. Quem paga dez contas por mês joga fora, em um ano, R$ 420 com algo que na
prática é ilegal’, explica a advogada especialista em Direito do Consumo,
Fernanda Guimarães.”
Para ler mais sobre como poupar em serviços
desnecessários, cestas de serviços bancários e financiamentos, leia a matéria na integra aqui.
Clique na imagem para ampliá-la
Por Gabriela Maslinkiewicz

Viver bem ou “ir bem” financeiramente?

Qual será a diferença entre viver bem e “ir bem” na gestão das suas dívidas? O do mesmo espírito do popular ditado “em time que está ganhando não se mexe”, desde que saibamos que o contrário é igualmente verídico. Portanto, é preciso aprender a repetir bons investimentos e, de uma vez por todas, perder o não raro hábito de fazer empréstimo em cima de empréstimo, seja de que natureza forem.

Para aqueles que têm mais de 30 anos, não é difícil admitir que a prática de economizar fazia parte da geração dos nossos avós. Não importando quais fossem as quantias, a formação de reservas constituía-se num caminho apropriado, se não certeiro, para se conseguir comprar os bens necessários e, em especial, os desejados. Ocorre que o sistema de crédito foi desmerecendo, gradualmente e com maior expressão nos últimos anos, nossa vitalidade financeira e o economizar tornou-se o elo perdido na construção de uma base sólida para a administração do dinheiro. Infelizmente, hoje é muito mais fácil conseguir um empréstimo pessoal do que poupar; um mal virtuoso com o qual nós, meros telespectadores do bombardeio de ofertas de crédito, teremos que aprender a conviver e dominar se quisermos criar hábitos financeiros saudáveis. Comece pensando por pelo menos cinco minutos antes de uma compra, sabendo quanto realmente pode gastar através de um orçamento doméstico mensal e evitando adquirir dívidas para despesas não essenciais.

Quem opta, por exemplo, em ter sua vida financeira com as graças e dificuldade de ser um profissional liberal, se não o pratica, pelo menos já ouviu dizer que é fato a existência de períodos de fartura e escassez na vida de cada um de nós, em diversos níveis. Conheço muitas pessoas que viveram períodos de bastante dinheiro girando em sua conta corrente, mas que agora passam por dificuldades financeiras que jamais poderiam imaginar viessem a ser uma realidade em suas vidas. É sabido que tempos de fartura e fome são um fenômeno cíclico na sociedade, mas que certamente podem ser melhor administrados com a repetição da premissa óbvia de que as necessidades futuras são supridas com decisões presentes. Calcular o valor global de uma compra e evitar o adiamento dos pagamentos, como no caso do rotativo do rotativo do cartão de crédito, são opções cotidianas inquestionavelmente acertadas.

Ter metas claras é fundamental no processo de formação de reservas, por isso, estabeleça os alvos que necessita alcançar e empenhe-se no dia a dia para torná-los uma realidade. Vença a indisciplina separando a quantia a poupar antes de começar a gastar. O segredo da poupança é torná-la obrigatória e prioritária. E, por favor, faça um esforço para fugir do crédito fácil. Os resultados são quase sempre penosos para quem toma emprestado. Quem economiza de forma diligente, não necessitará contar com recursos de terceiros e é esta opção permanente pela busca de independência financeira que nos levará à excelência na administração de nosso orçamento.

Por Fernanda Guimarães

Palestra Especial para as Consultoras Mary Kay

Se você se interessou mas não é uma consultora Mary Kay, em breve palestras abertas ao público.
Por Gabriela Maslinkiewicz

Eu devo, tu deves, ele deve e elas…

Liquidação. Prestação. Cartão. Além de rima óbvia e inspiração para propaganda de televisão, esta combinação é, no mínimo, perigosa. E nós, mulheres, sabemos bem disto, tendo de aceitar que, folcloricamente, levamos a fama de potencializar os efeitos desastrosos dessas três palavrinhas usadas juntas. Até Abraham Lincoln, o grande político americano, colocou a culpa por suas enormes dívidas financeiras em sua esposa, Mary Todd. Segundo biografia, a falência do estadista deveu-se aos gastos desmedidos de sua mulher em roupas. Será a pura verdade? De qualquer sorte, o que há de real na origem de nossas dívidas, sejam elas de autoria feminina ou masculina, é a falta de tempo dedicado a pensar antes de agir.

As mulheres amam liquidações. Todos adoram. E não há nada de mal em aproveitá-las. Vale à pena sim comprar por metade do preço aquela blusa que você estava namorando na vitrine. Mas desde que ela circule bastante no armário, o que acontecerá se ela estiver fazendo falta e realmente você goste de usá-la. Todos sabem que os bens de vestuário que adquirimos não podem ser chamados de investimentos, a não ser como aumento do patrimônio do fabricante. O clichê o-barato-sai-caro é o grande parâmetro antes de atirar-se nas promoções. Afinal, se ficar mofando no closet, de que adiantou ter conseguido 75% de desconto naquele sapato? Fazer uma lista de necessidades e conter os impulsos não é fácil, mas é uma reestruturação necessária.

Discussões feministas ou machistas à parte, o fato é que a organização ideal da nossa vida financeira tem aspecto hermafrodito: É necessário guardar dinheiro com o coração e gastar com a cabeça. Ou seja, é preciso economizar sem avareza e comprar com racionalidade. Reestruturação. Renegociação. Solução. Três palavras que também rimam, mas que a combinação é certeza de tranqüilidade financeira. Para homens e mulheres.

Por Fernanda Guimarães Martins