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Malas: não deixe que elas atrapalhem a sua viagem!

Em clima de férias, o blog já tratou sobre milhas aéreas, como receber, em alguns países, o retorno dos impostos incidentes nas compras realizadas, e qual é o modo mais vantajoso de gastar na viagem – se no cartão de crédito, ou se em dinheiro vivo.

Coube a mim a continuidade desses posts a respeito de viagens, mas com o foco voltado para as bagagens que levamos conosco nos aviões, já que sou eu a blogueira que mais se preocupa se a mala de fato chegará comigo ao meu destino. Também pudera, quando me mudei do Rio de Janeiro / RJ para Porto Alegre / RS, uma das minhas malas, com boa parte de todo o meu guarda-roupa, foi extraviada, fazendo com que eu começasse, a partir dessa péssima experiência, a me informar a respeito dos meus direitos e deveres em relação às bagagens como passageira.

Resolvi, então, compartilhar com vocês um pouco do que aprendi nesses últimos anos sobre o tema, e algumas dicas que recebi do sr. Alexandre H., ex supervisor do setor de malas perdidas (LL – Lost Luggage) da antiga Varig, no aeroporto internacional Salgado Filho, em Porto Alegre.

• Primeiro passo: a escolha da mala perfeita.

Tem muita gente que escolhe a mala pela marca ou pela beleza. Mala não tem que ser bonita, mas sim adequada para as suas necessidades e forte o suficiente para resistir aos solavancos que vai sofrer no porão do avião. Assim, prefira aquelas mais duras às de tecido, já que estas rasgam com mais facilidade.

Além disso, uma vez que o carregamento das bagagens do balcão da cia. aérea para o avião é manual, é muito possível que alguns acidentes ocorram. Desse modo, evite as bolsas, mochilas ou sacolas de viagens, tendo em vista que estas, pelo fato de serem moles, são mais facilmente danificadas – o mais comum de acontecer com esse tipo de mala é a alҫa arrebentar. E mais, as sacolas normalmente possuem vários bolsos e compartimentos externos que são difíceis de lacrar – seja com o lacre fornecido pela companhia, seja com o seu cadeado.

Caso você opte por levar uma mala de mão, esta possui algumas restrições quanto às suas dimensões e ao seu peso. Enfrentaremos melhor a questão da mala de mão no próximo item.


• Segundo passo: a arrumação da mala.

Escolhida a mala perfeita, partimos para a sua arrumação. De início cabe lembrar que devemos colocar somente aquilo que realmente vamos usar (por mais impossível que isso pareça!!), para que a mala não fiquei muito pesada e difícil de carregar. Também é muito importante saber o que pode ser colocado na mala – tanto naquela que irá na sua mão, como na que será despachada.

A mala de mão tem que pesar, via de regra, 5 kg e a soma das suas dimensões (largura, comprimento e altura) não pode ultrapassar 115 cm. Essas normas são de extrema importância, já que este padrão é estabelecido por questões de segurança – as dimensões devem ser observadas para que as malas possam ser melhor acomodadas, já que estas não podem atrapalhar a circulação dentro da aeronave, pois, em situações de emergência, o acesso dos passageiros ao corredor e às saídas de emergência deve estar livre; além disso, o peso não deve ser superior ao estabelecido, já que o compartimento aéreo onde são colocadas as malas no interior no avião é pequeno e não é adequado para comportar muito peso.

Já no que se refere às malas que serão despachadas, não há restrições quanto às suas dimensões como ocorre com as malas de mão. Contudo, deve-se observar a chamada franquia de bagagem. A regra é que de acordo com o destino (se o vôo é nacional ou internacional) e com a classe da passagem (se de primeira classe, classe executiva ou classe econômica), a franquia varie, podendo ser por peso ou por peҫa. Nos vôos nacionais (ou domésticos), a regra é que a franquia se opere por quilo, e, normalmente, assim ocorre a distribuição.

Na primeira classe os passageiros poderão despachar quantas bagagens quiserem, desde que o peso total dessas não ultrapasse 40 kg; já na classe intermediária (ou executiva) esse somatório não poderá ultrapassar 30 kg, enquanto que na classe econômica o limite máximo é de 20 kg por pessoa. Essa é uma regra geral, que poderá ter alguma diferença de companhia para companhia, não só nesses limites, mas também no que se refere às taxas que deverão ser pagas em caso de excesso de bagagem. Enfrentaremos melhor isso em um próximo post, separando algumas informações pertinentes às principais cias. aéreas.
Quanto ao conteúdo da mala, é importantíssimo lembrar que, justamente em razão de as malas que são despachadas serem transportadas no porão do avião, a movimentação dessas durante o vôo pode ocasionar a quebra ou o estrago de alguma peҫa em seu interior que seja extremamente delicada. Por mais que as companhias possuam etiquetas de identificação de bagagens com conteúdo frágil, e ainda, existam sistemas de proteção através de plásticos que podem envolver a mala, o melhor a ser feito, se tiver como, é transportar esses objetos mais quebradiços na mala de mão. E, tendo em vista que, no caso de eventual extravio da bagagem, a regra é o pagamento de indenização pelo peso (veremos mais adiante, em um post específico), nunca devem ser transportados nas malas que serão despachadas objetos de valor, tais como documentos, jóias e aparelhos eletrônicos.
Outra questão que deve ser levada em conta na hora de arrumar a mala são as restrições que existem, dependendo principalmente se o vôo é nacional ou internacional, a respeito do que pode ser levado no seu interior.

Bagagens de mão de vôos nacionais: não podem ser transportados objetos cortantes ou perfurantes, armas – verdadeiras ou réplicas –, substâncias explosivas, inflamáveis, químicas ou tóxicas.

Bagagens de mão de vôos internacionais: além daquilo que não é permitido no caso dos vôos nacionais, uma atenção especial recai sobre o transporte de líquidos, inclusive gel, pastas, cremes e aerossóis. Estes devem ser conduzidos em frascos com capacidade de até 100 ml, e acomodados em embalagens plásticas transparentes, devidamente lacradas. Os líquidos adquiridos em free-shops não precisam atentar para esse limite, desde que sejam transportados em embalagens plásticas seladas e acompanhados do recibo da compra. Os medicamentos (com prescrição médica) e a alimentação líquida (para bebês) poderão ser transportados na quantidade necessária à utilização no período total de vôo, desde que apresentados à segurança.

Por fim, depois que a mala estiver pronta, chega a hora de pensar em alternativas para facilitar a sua identificação (fitas, lenços e laços amarrados do lado de fora da mala é sempre uma saída personalizada e criativa para que você possa encontrar a sua mala sem muita dificuldade). Já no que diz com a identificação do proprietário da bagagem, é sempre bom que você elabore um cartão ou uma etiqueta, para colocar tanto fora, como dentro da mala (já que, no caso de caírem todas as outras formas de identificação e localização da mala, os setores de achados e perdidos das companhias e dos aeroportos terão de abrir a mala para ver se através do seu conteúdo conseguem localizar o dono), com os seus contatos: nome, endereço de e-mail, telefone e cidade onde reside.


Para mais informações, vale a pena dar uma olhada no Guia do Passageiro disponibilizado no site da ANAC.


A TAM também dá dicas e informa o que não pode ser despachado na bagagem:



Terceiro passo: o despache da mala.

Depois de ter escolhido a mala ideal e a arrumado da maneira mais correta, tomando todos os cuidados necessários com o seu conteúdo e com a sua identificação, chegou a hora de partir. O despache da mala é um momento que merece bastante atenção de sua parte, já que a simples colocação de uma etiqueta pode mudar o destino da sua bagagem.

Foi exatamente isso o que aconteceu comigo. Como eu estava de mudança para outra cidade, tinha muitas malas, e acabei me distraindo na hora do check-in, e não percebi que em uma das minhas malas ao invés de colocarem uma etiqueta para a cidade de Porto Alegre / RS, colocaram a etiqueta de outro vôo, que saia no mesmo horário do meu, só que para a cidade do Porto, em Portugal.

Assim, sempre atente para a etiqueta que é colocada no balcão da companhia com o destino.


Além disso, se você for, ao invés de passar férias, de fato se mudar, como ocorreu no meu caso, procure o setor de carga da companhia, para que você não se atrapalhe em razão do grande número de volumes a serem despachados.

E como essa história é um tanto quanto comprida, continuaremos em um próximo post, em que serão trazidos os dados específicos das principais companhias aéreas a respeito das franquias de malas, e também o modo como você deve lidar caso você tenha a sua bagagem extraviada. Ah, e, é claro, contarei como terminou o meu drama pessoal!


Por Marcela Savonitti

Você pode tirar férias de tudo, menos de seus direitos como turista

Recente notícia do Ministério do Turismo aponta um aumento de 10% nas intenções dos brasileiros de viajarem neste final de ano. Como em 2009 este mesmo índice fechou em 27%, há projeção de que mais de 1/3 dos consumidores façam as malas para conhecer outros destinos, nacionais ou internacionais. Toda esta empolgação, não raramente, pode virar frustração se esta viagem não for muito bem planejada ou você não souber quais são os seus direitos quando o vôo atrasar ou a sua agência de turismo não cumprir com as promessas feitas na hora da compra do pacote.

Planeje e Pesquise

Para quem já conhece o destino que quer ir ou não precisa de orientações adicionais, não há melhor lugar para comprar as passagens aéreas e as estadas em hotéis do que a internet. Paticularmente, só compro meus bilhetes direto nas companhias aéreas. Muito trabalho pesquisar uma por uma? Entre primeiro no Decolar ou no Submarino Viagens. Pesquise os preços, mas não conclua a compra através desses sites, pois cobram uma tarifa adicional pelo serviço prestado (taxa de serviço – ver imagem abaixo). Utilize-os como facilitadores de pesquisa de preço e vá ao site da companhia aérea que apresentou a menor tarifa para fechar a compra.

Quem tem o cartão American Express Platinum (ou qualquer outro cartão que ofereça “travel service” gratuito) tem ainda mais uma facilidade: com a informação da menor tarifa, peça por telefone para que a administradora compre os bilhetes. Você sempre receberá algum mimo, milhas ou vantagem. Recentemente descobri que meu cartão, além de também conseguir a tarifa mais baixa (que pesquisei no Decolar), ainda me concede 1000 milhas a mais no programa de fidelidade que eu indicar. Tem um amigo agente de viagem ou uma empresa de sua confiança? Converse e peça auxílio. Mas não compre pacote ou passagem sem antes pesquisar na internet o quanto sairia sua viagem comprada separado (passagem e hotel). Há agências de turismo que fretam aviões e existe sempre a possibilidade de conseguir preços ainda melhores, mas é preciso pesquisar para ter certeza disso.

Para reservar hotel sozinho, procure as melhores tarifas no Hotels.com e no Booking.com. Estes 2 sites têm, disparado, os melhores preços do mundo, principalmente para hotéis no exteior. O que muda entre eles é basicamente a explicação para eventual diferença de preço que possa aparecer em alguns hotéis consultados para o mesmo período: no Hotels.com você precisará pagar à vista quando da reserva, em 1 vez no cartão de crédito; já no Booking.com, o pagamento é feito diretamente no chech-in do hotel. Por isso, o Hotels.com costuma ser, de regra, ainda mais barato. E, em ambos, não há taxa nem de serviço pela reserva nem no caso de cancelamento. Não conhece o hotel e quer opinião de quem lá já se hospedou? Vá direto ao TripAdvisor.

Não pague excesso de bagagem

Nos vôos nacionais, as franquias de bagagem são de 23 kgs por pessoa em categoria econômica (99% das passagens vendidas) e de até 30 kgs para primeira classe. Em vôos internacionais, dependerá de cada companhia e destino. Os vôos saídos do Brasil, por acordo internacional, de regra tem limite de 64 kgs por passageiro, divididos em 2 volumes de até 32 kgs cada. Confira no site de cada companhia aérea as políticas de franquia de bagagem (vamos facilitar o link para as mais usadas: TAM – GOL – WebJet). Detalhe: descobri, por experiência própria, que a Pluna (que recomendo) oferece franquia de apenas 20 kgs no vôo de ida (Brasil para exterior), sendo que, na volta, é preciso pagar 25U$ por mala de até 20 kgs. Resultado: dependendo da quantidade de coisas que você pretende trazer, a diferença de preço na compra da passagem pode ir por água a baixo no pagamento de excesso de bagagem no check-in de volta. Não há como reclamar e o jeito é sempre ler antes os critérios de cada companhia. Mesmo assim passou do limite? Você tem direito de pesar todas malas e redistribuir o peso entre elas se assim for possível. Eu me livrei de pagar um bom extra no ano passado assim, abrindo as malas no check-in da American Airlines e passando um pouco de coisas de uma mala para outra. Para os próximos, comprei uma balança para malas!

O que mais pode acontecer de errado

Em tempos de caos aéreo, infelizmente, ainda são muitas as opções de problemas. Atrasos, cancelamentos, overbooking (que é quando a empresa aérea vende mais bilhetes que o disponível em um vôo com base na média de desistência das viagens anteriores), extravio de bagagens, divergência entre o serviço prestado e o contratado (não fornecimento de alimentação durante do vôo, por exemplo, quando na compra estava informado que as refeições estariam incluídas; ou compra de um hotel que, na hora, não corresponde às fotos divulgadas no site). A tabela elaborada pela Revista Pro Teste número 29 é prática e resume seus direitos conforme a situação e o tempo decorrido:

Fonte: página 10 revista Pro Teste Dezembro-2010/Janeiro-2011
No caso de divergência entre o serviço contratado e o efetivamente prestado, o mais importante será documentar tudo, com fotos e recibos se necessário. Se um dia você pela situação de chegar num hotel com estrutura bem diferente daquela prometida no site ou fotos, entre em contato com sua agência de viagens e exija acomodação em um local de qualidade igual ou superior ao que foi contratado. Este problema é muito comum quando a compra é feita por categoria de hotel (turístico, luxo, superior*). Informe-se sobre o que corresponde cada classe antes de comprar, confira se realmente corresponderá às suas expectativas e assim saiba o que pode ser exigido depois.
Certidão de Atraso de Vôo
Existe e qualquer consumidor pode pedir no guichê na companhia aérea. Está atrasado seu vôo ou o mesmo foi cancelado? A companhia aérea, se você solicitar, tem obrigação de lhe atestar isso por escrito, inclusive em papel timbrado. Guarde este documento, pois ele poderá ser importante se decidir mover uma ação contra a empresa depois. Em caso de negativa desta declaração, os advogados gaúchos ainda podem comunicar o ocorrido à OAB/RS, pois desde 2008 há uma liminar que obrigada que a companhia forneça esta certidão contendo as circunstâncias do atraso ou cancelamento do vôo. A empresa pagará uma multa extra neste caso. Se você, que não é advogado, não conseguir a referida certidão, pode fotograr o painel de aviso de chegadas, onde certamente estará constando o atraso ou cancelamento. Ainda, pode fazer uma declaração de próprio punho, como esta sugerida abaixo:
DECLARAÇÃO (DE PRÓPRIO PUNHO)
Declaro que na data de …../……./2008, às ………… horas, no Aeroporto de ……………, no Balcão da Cia Aérea ………….., na posição nº. ………., a funcionária de nome………………., não forneceu a declaração de atraso do vôo …………….., mesmo após ter sido requerida por diversas vezes. O vôo tinha como destino à cidade de …………… . O documento vai assinado por duas testemunhas que se encontravam na fila [nome (endereço e telefone?) e nr. da identidade e/ou CPF] das duas testemunhas. Local, ………. Data:…… Nome:………….. CPF ………… Assinatura ………………….
O Seguro de Viagem pode só assesgurar menos dinheiro no seu bolso
O seguro ou assistência viagem nada mais é que uma forma de proteção contra imprevistos, seja de saúde ou outros descritos no contrato. Ele é obrigatório caso você viaje para Alemanha, França, Espanha, Itália, Grécia e Portugal, pois estes países assinam o Tratado de Schengen (que permite a livre circulação de pessoas dentro dos países signatários sem a necessidade de apresentação de passaporte). O valor recomendado, nesse caso, é de no mínimo 30 mil € (Euros). Para América do Norte (EUA e Canadá), o valor recomendado é de 50 mil U$, mas não é obrigatório se você não for alugar carro (que terá seguro obrigatório cobrado separado pela locadora).

Ter a opção de contratar ou não é direito do consumidor. Mas muitas vezes as empresas “empurram” o produto juntamente na venda do pacote turístico ou mesmo da passagem aérea. A TAM e o GOL, por exemplo, forçavam a compra do seguro viagem junto com a compra dos bilhetes pela internet, pois selecionavam previa e automaticamente a opção “com seguro”. Ou seja, os mais distraídos não percebiam que estavam pagando um extra além do valor da passagem, num seguro que talvez não fosse sua opção contratar. Isso é venda-casada, punível pelo Código de Defesa do Consumidor. Mesmo com criança pequena, eu nunca opto por comprar seguro viagem para destinos nacionais, pois os imprevistos mais importantes, como problemas de saúde e acidente, já estão cobertos pelo meu seguro de vida e meu plano de saúde que têm validade em todo território nacional.

Confira a idoneidade da agência de turismo

O Ministério do Turismo disponibiliza um sistema online que permite ao consumidor consultar se uma empresa está legalizada para prestar serviços turísticos. O Cadastur (nome do sistema) engloba não só agências de turismo e hotéis, como também pessoas físicas que têm habilitação para este setor de comércio.

Se mesmo assim suas férias foram frustradas …

Vai precisar entrar na Justiça? Reúna as provas que conseguir, como fotos, certidão de atraso ou cancelamento de vôo, contrato de compra do pacote de turísmo, … Procure primeiro a agência de turismo que lhe vendeu, ou a companhia aérea, o hotel ou a empresa de ônibus, a fim de tentar uma solução amigável. Se houver negativa, tente documentar isso, pedindo que seja dada a resposta por email ou por escrito. Fica melhor se o seu pedido tiver sido enviado por Carta Registra com AR (Aviso de Recebimento). O Juizado Especial Cível também recebe este tipo de reclamação e está apto a julgar o processo. Especificamente contra Companhias Aéreas, caso seja necessário pedir indenização, recomendo a Justiça Comum.

* Classificação Hoteleira: O sistema das estrelas é o oficial no país. As estrelas são cotadas de uma a cinco, de acordo com o padrão de serviços oferecidos. Em breve, através do novo sistema, será disponibilizado também o cinco estrelas plus, uma hotel super luxo. No exterior, a classificação é feita por categorias, como turística (duas a três estrelas), turística superior (três a quatro estrelas), de negócios (quatro estrelas) e de luxo (cinco estrelas). Há também a categoria que inclui hotéis de lazer ou hotéis fazenda, e as categorias pousada, resort e albergue.

Por Fernanda Guimarães