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Medicamentos de Graça ou com até 90% de Desconto!

Hoje é dia de Na Ponta do Lápis na RECORD RS e nossa dica de economia trata de um dos vilões do orçamento doméstico: o preço dos medicamentos! Descobri na pele o quanto os remédios de uso contínuo podem pesar no bolso desde que passei a precisar do Nexium 40 mg, indicado para minha pangastrite crônica. E foi na farmácia, comprando, que fiquei sabendo dos chamados programas de descontos do governo federal ou dos próprios laboratórios
farmacêuticos. E não é necessário ser atendido pela rede pública para ter acesso
a eles!


Na hora mesmo, a farmacêutica me passou o número de telefone 0800 do laboratório que fabrica o medicamento. Liguei do celular e – juro – em menos de 5 minutos já tinha em mãos um código sequencial com o qual consegui um desconto de 40%! Bastou informar meu CPF, o número do meu documento de identidade e o CRM do médico que o prescreveu. O valor de venda aproximado desse remédio é de R$ 240,00 por caixa, e caiu para R$ 140,00 !!! Uma economia de mais de R$ 2.400,00 por ano! 


São basicamente 2 maneiras de obter grandes descontos na compra de medicamentos: 



(i) a chamada FARMÁCIA POPULAR, onde é
possível adquirir 14 medicamentos de graça em centenas de farmácias do Estado
cadastradas no programa do governo federal Aqui Tem Farmácia Popular. Esses medicamentos são para o tratamento de asma, hipertensão arterial
e diabetes, mas o programa também oferece descontos em uma série de outros
medicamentos de uso contínuo, além de anticoncepcionais, fraldas geriátricas e
até preservativos. Esse programa também possui farmácias próprias em oito
municípios do Estado, onde os descontos são ainda maiores. Nelas, é possível
comprar analgésicos a R$ 0,04, por exemplo e um dos remédios mais recomendados
para o tratamento de úlcera gástrica, o Omeprazol, a R$ 0,23. Informe-se com o médico ou direto nas farmácias credenciadas.



(ii) os DESCONTOS DOS LABORATÓRIOS – minha grande descoberta do ano! Alguns
laboratórios farmacêuticos oferecem descontos de até 70% na compra dos
seus medicamentos. Existindo, por exemplo, até aqueles que dão abatimento na compra
de filtro solar. Para ter acesso aos descontos, basta se
cadastrar no 0800 das empresas ou nos sites, tendo em mãos a receita
médica. Apesar de acessíveis a qualquer pessoa, esses programas são
pouco
divulgados
pelas próprias farmácias.




Obtenha até 70% de desconto em medicamentos de uso contínuo


Para comprar sem pesar no bolso, siga as dicas abaixo:

I – FARMÁCIA POPULAR:

Como funciona

Oferece medicamentos de graça ou a preços bem abaixo do mercado a qualquer pessoa

Como comprar

Basta levar a receita, um documento com foto e o CPF em uma das unidades da rede ou nas farmácias credenciadas pelo programa

Idosos

Se o paciente for idoso (mais de 60 anos), um representante legal pode comprar o medicamento para ele. Mas, além dos seus documentos e dos documentos do paciente, é necessária a apresentação de uma procuração

Medicamentos gratuitos

Asma

– Brometo de ipratrópio de 0,02 e 0,25mg. O mais conhecido é o Atrovent

– Dipropionato de beclometsona 200 mcg/dose, 200 mcg/cápsula, 250 mcg e 50 mcg. Só  existem dois no mercado: Clenil e Becloft

– Sulfato de salbutamol de 100 mcg, 2 mg, 2 mg/5ml e 5 mg/ml. Os mais populares são o Aerolin Spray, Aerogold e Aerodini

Diabetes

– Cloridrato de metformina – ação prolongada 500mg. Mais conhecido como Glifage XR e Metta SR

– Cloridrato de metformina 500mg e 800mg

– Glibenclamida 5mg. O mais comum é o Daonil

– Insulina humana 100 Ui/ml

– Insulina humana regular 100 Ui/ml

Hipertensão

– Atenolol 25mg. Mais conhecidos como Atenol, Ablok e Angipress

– Captopril 25mg

– Cloridrato de propranolol 40mg. A versão mais conhecida é o Inderal e genéricos

– Hidroclorotiazida 25mg. O mais comum é o Clorana

– Losartana potássica 50mg. Existem o Corus, Torlos e outros

– Maleato de enalapril 10mg. Há o Vasopril, Eupressin e genéricos

Medicamentos a baixo custo: 

É possível adquirir anticoncepcionais, analgésicos, preservativos e remédios para diversas outras doenças a preços baixos. As unidades chegam a custar R$ 0,04

Onde comprar

Em qualquer farmácia credenciada.


Mais informações

A lista completa de medicamentos disponíveis e farmácias credenciadas está no www.saude.gov.br


II – LABORATÓRIOS

Novartis

Pelo programa “Vale Mais Saúde” oferece descontos na compra de medicamentos para o tratamento de doenças crônicas, como asma, diabetes, hipertensão e doença de Parkinson

Como participar

Basta se cadastrar no site www.valemaissaude.com.br ou na central telefônica, pelo 0800 888 3003

Boehringer Ingelheim

O programa Saúde Fácil oferece a preços reduzidos os seguintes medicamentos, de uso prolongado:

– Micardis (telmisartana), para hipertensão arterial

– Spiriva (brometo de tiotrópio), para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

– Secotex (cloridrato de tansulosina), usado no tratamento da hiperplasia prostática benigna (HPB)

– Sifrol ER (pramipexol), para tratamento do Parkinson

– Pradaxa (etexilato de dabigatrana), para prevenção do AVC 

– Trayenta (linagliptina), usado no tratamento do diabetes tipo 2

Como participar

É preciso fazer um cadastro no www.programasaudefacil.com.br ou pelo 0800 701 6633. Os medicamentos precisam ter prescrição médica

Pfizer

O Mais Pfizer oferece descontos de 35% a 67% em mais de 20 medicamentos, entre eles Lípitor, Celebra, Frontal e Viagra

Como participar

Para se cadastrar é preciso ter a receita médica. Basta ligar para: 0800 16 7575

Mantecorp

O Programa Vida Mais oferece descontos de até 50% na compra de medicamentos com prescrição médica. Confira:

– Apraz (alprazolam)

– Cibrato (ciprofibrato)

– Fluir (fumarato de formoterol diidratado)

– Oximax (furoato de mometasona)

– Lipanon (fenofibrato)

– Lopigrel (clopidogrel)

– Sulbamox BD Suspensão ou comprimidos (amoxicilina+sulbactam)

– Epidrat Ultra 50 – Loção 200g

Como participar

O cadastro é feito pelo 08000-11 77 88 ou no www.vidamaismantecorp.com.br


Se o laboratório fabricante de seu medicamento não estiver nesta lista, LIGUE PARA O TELEFONE que consta na caixa do remédio. Há muitos outros que igualmente fornecem descontos significativos. Informação faz muita diferença no seu bolso sim!

Por Fernanda Guimarães




Como conhecer seus direitos pode lhe fazer economizar até R$3 mil ao ano!

Após a palestra da Expomoney em Curitiba a advogada
Fernanda Guimarães conversou com o jornalista Alexandre Costa Nascimento, da
Gazeta do Povo, sobre como conhecer seus direitos traz conseqüências diretas
para seu bolso, rendendo uma economia de até R$ 3 mil ao ano.

“Seus direitos não têm preço, mas conhecê-los
adequadamente faz muita diferença para o seu bolso. Portabilidade de dívidas,
tarifas bancárias e cobrança de encargos ilegais ou supérfluos ajudam a inflar
os gastos e atuam como um ‘ralo’ para o seu dinheiro. Por isso a informação de
qualidade sobre os direitos do consumidor – e a exigência de seu cumprimento –
pode representar uma economia de até R$ 3 mil no orçamento em um ano.
A tarifa de emissão de boleto bancário, por
exemplo, é considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor e por decisão
do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas, mesmo assim, continua sendo
praticada por empresas e prestadores de serviços. ‘Um boleto chega a custar R$
3,50. Quem paga dez contas por mês joga fora, em um ano, R$ 420 com algo que na
prática é ilegal’, explica a advogada especialista em Direito do Consumo,
Fernanda Guimarães.”
Para ler mais sobre como poupar em serviços
desnecessários, cestas de serviços bancários e financiamentos, leia a matéria na integra aqui.
Clique na imagem para ampliá-la
Por Gabriela Maslinkiewicz

Como Reduzir Gastos – Sétimo Passo: CULTURA e LAZER

Em um país com o nível de pobreza do Brasil, não se imagina que a cultura ainda teria um espaço tão grande na vida e no bolso da população. Não importando a classe social, de acordo com o IBGE, o consumo com cultura assume o quarto ou sexto lugares na lista de gastos familiares, dependendo da categoria em que enquadramos os gastos com telefonia, que pode ser vista ou não como item de entretenimento.

Se considerarmos o elemento telefonia (que engloba telefone fixo, celular e internet) dentro do quesito cultura, a família brasileira coloca esse item em quarto lugar na lista (atrás de Habitação, Alimentação e Transporte) com 7,88% da renda mensal. Isto é, em uma família com renda de 2 salários mínimos, há um gasto de quase 100 reais mensais com cultura. Se não consideramos Telefonia, os gastos limitam-se a 4,4%, ou pouco menos de 50 reais para a mesma renda, e o item despenca para o discreto sexto lugar da lista (perdendo posições para Saúde e Vestuário).

Verifica-se, então, que no consumo de cultura o maior dispêndio das famílias é com telefonia, em todas as faixas de rendimentos. Sequencialmente, a aquisição de eletrodomésticos ligados à atividade cultural e às atividades de cultura, lazer e festas são os dois grupamentos de maior peso na composição dos gastos familiares.

As estatísticas revelam que, quanto menor a faixa de rendimento familiar, maior o porcentual gasto na aquisição de equipamentos eletrônicos. As práticas domiciliares – televisão, vídeo, música e leitura – são responsáveis por 85% dos gastos familiares, enquanto que as classes mais altas procuram atividades externas e eventos de grande porte, além da aquisição de livros e periódicos para o entertenimento.

Além desse dado, verificou-se que a família que tem como pessoa de referência alguém com ensino superior, gasta dez vezes mais com cultura do que uma família que possui a pessoa de referência sem instrução alguma. Mostrando, assim, que instrução (ou seja, educação) está diretamente ligada à aquisição e ao consumo de cultura pelas pessoas.

Mas se você está gastando mais do que devia e procurando onde poupar, aqui vão algumas dicas da Dra. Fernanda Guimarães para enxugar o orçamento cultural.

1 – Você assina algum jornal ou revista periódica? Muito bom, mais cultura para a família. Tente responder essas duas perguntas: 1) Você leu a reportagem da capa da revista da semana passada? 2) Leu os jornais da semana passada diariamente? Caso a resposta seja negativa, tente repensar sobre a relação aproveitamento e despesas com este serviço. Está realmente valendo a pena?

2 – Chuteira velha também faz gol. Não precisa comprar uma chuteira nova todo ano. Mesmo contendo tecnologias cada vez mais avançadas, ainda não foi inventada uma chuteira que causasse um aumento no potencial do atleta significativo ao ponto de pagar o investimento. Enquanto a sua estiver em condições de uso, utilize-a. São os seus pés que deverão avisar o momento da necessidade de comprar um novo par de chuteiras e não o comercial de televisão.

3 – Trocar de celular todos os anos? Qual é o objetivo do celular? Basicamente, telefonar e enviar mensagens de texto. Todas as outras funções são adicionais e servem para tentar o consumidor a pagar um valor mais elevado por um aparelho que estará desvirtuado de suas funções principais. Celular da moda é aquele que permite você efetuar sua ligação ou enviar sua mensagem na hora desejada.

4- Fique ligado nas promoções dos cinemas. Cada rede costuma oferecer um dia mais barato ou uma promoção especial (como a do beijo do cinesystem, por exemplo), que reduz em até 50% o valor do ingresso. Informe-se também sobre os convênios dos cinemas: correntista Unibanco/Itaú, por exemplo, paga meia entrada no Unibanco Arteplex em qualquer dia da semana, assim como cliente Claro Clube tem a mesma vantagem na rede Cinemark. O Cinemark conta ainda com uma promoção para quem utilizar o cartão de crédito Bradesco ou American Express Membership Card, que além de pagar meia entrada, ainda paga metade do preço no combo de pipoca + refrigerante.


Por Gabriela Maslinkiewicz

Como Reduzir Gastos – Quinto Passo: HABITAÇÃO

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE 2010, a moradia é item que mais pesa para brasileiros. Este gasto pesa mais ainda para os mais pobres (a parcela da população que ganha até dois salários mínimos), representando 37% da renda mensal, enquanto para a classe média o gasto é de 25%.
Para as famílias mais humildes, os gastos ficam por conta dos itens mais básicos relacionados a casa e a família, além do grande vilão: o aluguel. As famílias com mais poder de compra acabam fazendo melhores negócios em moradia, gastando mais com o condomínio e segurança.

Abaixo algumas dicas da Fernanda Guimarães para reduzir gastos pequenos e grandes.

1 – Muito tempo no telefone? Tarifas altas? Lembre‐se que com a possibilidade de portabilidade de número existe uma guerra entre as operadoras telefônicas em busca de cliente. Será que a sua operadora lhe oferece a melhor relação custo benefício? Pegue a fatura de sua última conta de telefone e leve até a loja da empresa concorrente (teste pelo menos 2 operadoras diferentes). Com a análise do seu perfil, boa conversa e negociação, é provável que cubram a oferta e já no mês seguinte você sinta a economia no bolso falando o mesmo tempo de sempre.

 2 – Como anda o seu consumo de energia elétrica? Sabia que há maneiras de reduzir o consumo sem perder conforto? Que tal substituir as suas lâmpadas comuns por lâmpadas florescentes? Apesar de mais caras, as lâmpadas florescestes possibilitam uma redução no consumo significante no final do mês e acaba compensando o investimento logo nos primeiros meses. Controle o uso dos vilãos da energia elétrica, tais como chuveiro, “chapinha” e o ferro de passar roupa.

3 – Mora de aluguel? Já pensou em comprar sua casa própria? Com planos de incentivo do governo, é possível realizar o sonho da moradia própria com taxas de juros de até 5% ao ano. E melhor ainda: contando com subsídio do governo federal que pagará parte do valor do seu imóvel. Vá a agência da Caixa Econômica Federal (banco responsável pela execução da política habitacional do governo federal) mais próxima de sua residência e simule um financiamento habitacional. Pode ser que o valor da prestação a ser paga para este financiamento habitacional seja inferior ao valor pago de aluguel mensalmente. O consórcio de imóvel também pode ser uma boa opção. Para não errar, procure uma administradora de consórcios com credibilidade e pesquise as opções de quotas e valores de carta de crédito.


Por Gabriela Maslinkiewicz