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Você é uma pessoa endividada?

Parece simples a resposta, mas são muitas as variáveis que configuram a situação de endividamento. Um cliente certa vez nos afirmou: “não estou endividado, mas possuo dívidas …” Será que ele soube fazer bem este enquadramento? Muitas pessoas têm dívidas, mas ainda não estão endividadas. Outras não possuem grandes pendências financeiras, mas estão endividadas emocionalmente. Quer fazer o teste? Baixe o arquivo aqui e escolha as alternativas. As respostas são automáticas e muito bem humoradas. O teste foi elaborado pelo consultor financeiro do Projeto 2010 no Azul da Band RS.

E uma curisosidade: tecnicamente, está endividado quem, hoje, não tem reserva financeira suficiente para quitar todas as suas dívidas, empréstimos e financiamentos. Sem querer desanimar nossos queridos leitores, convenhamos, é imenso o número de pessoas que costuma viver permanentamente utilizando crédito. Basta pensar que a grande maioria de nós, consumidores, tem carro e imóvel financiado e faz disso um “hábito” para toda a vida. Será saúdavel? Aí temos a longa discussão sobre dívida boa e dívida ruim, que certamente renderá um novo post em breve. O importante é você demilitar se há excesso de comprometimento de sua renda com pagamento de créditos e, principalmente, se tem encarado sua relação com o dinheiro como uma pessoa emocionalmente endividada. Faça o teste, descubra isso e quem sabe dê o primeiro passo para sua independência financeira.

Por Gabriela Maslinkiewicz

Portabilidades x Nome com restrição no SPC/SERASA

Motivada pelo comentário de um leitor no último post da Fernanda, resolvi escrever a respeito das dificuldades que inscrições do nome do consumidor nos chamados ”cadastros negativos” podem provocar quando da solicitação da portabilidade, seja numérica, de crédito ou dos planos de saúde.
Portabilidade numérica: a lei não menciona nada a respeito da impossibilidade de os consumidores inscritos nos róis negativos de crédito fazerem a portabilidade. Contudo, segundo a Anatel, a nova operadora poderá restringir, no caso da telefonia móvel, o serviço que será oferecido – na grande maioria das operadoras de telefonia, consumidores inscritos no SPC ou na SERASA não conseguem contratar plano pós-pago. Já quando a portabilidade for para telefonia fixa, não há possibilidade de haver essa restrição, devendo, inclusive, a nova operadora aceitar o mesmo número de telefone. Vale ressaltar que há, fora o que enfrentamos aqui, algumas restrições impostas para a portabilidade – como, por exemplo, não existir outra solicitação de portabilidade, para o mesmo número, no período da solicitação. Vale a pena dar uma conferida no site da Agência (http://www.anatel.gov.br/).

Portabilidade de crédito: como expliquei ao responder o comentário do leitor no último post da Fernanda, uma vez que a portabilidade de crédito não deixa de ser um novo empréstimo que o consumidor faz com outra instituição financeira, a taxas mais vantajosas para ele, para quitar uma dívida com outro banco, essa nova instituição pode condicionar a transação a uma análise de crédito.

Portabilidade dos planos de saúde: ao analisar os requisitos impostos pela Resolução Normativa 186 de 2009, que dispõe a respeito da mobilidade entre planos de saúde, deparei-me, apenas, com o requisito de o consumidor estar em dia com a mensalidade do plano de origem, bem como apresentar cópia do comprovante de pagamento dos últimos três boletos vencidos. A lei 9.656, de 1998, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde também nada menciona a respeito de o consumidor que pretende adquirir um plano de saúde não estar inscrito em órgãos como SPS ou SERASA. A fim de buscar maiores informações a respeito, entrei em contato com a Central de Atendimento da Agência, através do 0800 701 9656 (protocolo de atendimento n. 1057520) e fui informada de que realmente não há qualquer restrição nesse sentido na legislação que disciplina a matéria. Desse modo, mesmo os consumidores inadimplentes podem utilizar-se da portabilidade.
Por Marcela Savonitti

Três ótimos argumentos para utilizar na renegociação de dívidas

Ontem, segunda-feira dia 08 de novembro, Fernanda Guimarães, conversou com a jornalista Denyse Godoy, da coluna “Seu Dinheiro”, do portal IG. O assunto foi a renegociação de dívidas neste final de ano.

Se o consumidor está endividado e quer aproveitar o 13º. salário e o espírito natalino das empresas para limpar o seu nome, jamais deve aceitar a primeira proposta que o credor lhe faz, ensinam os especialistas. Conversando, há quem consiga descontos de até 90% do débito, eliminando, especialmente, juros e multas pelo atraso. Mas pedir um abatimento simplesmente porque se deseja pagar menos não é lá muito eficiente –usar os três argumentos seguintes funciona melhor…”

Para conferir a matéria completa clique aqui.

Por Gabriela Maslinkiewicz

Saúde Financeira

No dia 03 de julho, a advogada Fernanda Guimarães em conjunto com a psicóloga Rosalia Schwark ministraram o curso “Sua Saúde Financeira em Movimento Perfeito” em que uniram suas especialidades a fim de elucidar o público e inspirá-lo a administrar mais adequadamente sua vida financeira.


Com um auditório cheio, Fernanda apresentou orientações práticas para acabar com as dívidas e evitá-las, informações sobre consolidação de débitos, gerenciamento de cartões de crédito além de apresentar dicas simples e eficientes para reduzir gastos e como juntar economias após o período de crise.

Isso aliado ao entendimento de como as emoções podem ser utilizadas de maneira produtiva para alcançar a prosperidade e técnicas para conter a compulsão por comprar e consumir, abordadas por Rosalia.

O sucesso do curso deveu-se principalmente à combinação de conhecimentos e especialidades das ministrantes, se complementando a fim de esclarecer e preparar os participantes a uma jornada rumo ao equilíbrio financeiro.

Por Gabriela Maslinkiewicz